Que todos tenham umas Festas Felizes e que 2011 traga o que mais desejam!
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Caminho
Volto à estrada da vida.
Sigo em linha recta
Por não saber
Que caminho escolher.
Abraço a vida
Como anseio o Amor
Que traiçoeiramente
Me traz encarcerada.
Desprezo o Destino
Que sem dó nem piedade
Me priva do que ambiciono
E não posso alcançar.
Tento o Tempo…
Que pare por instantes!
Para tudo voltar
Ao que fora antigamente
Permaneço quieta!
Oiço os sons e os ecos
A cidade em reboliço
Com a noite por companheira
E a Lua como velha cúmplice
De um sonho antigo
Suspenso nas estrelas
E iluminado pelo Sol.
Guardo o segredo comigo
Esse que mais ninguém
Poderá desvendar.
Um tesouro que é meu
Que me pertencerá
Na infinidade da morte
Através da presença da alma
Nos corações ardentes.
Sigo em linha recta
Por não saber
Que caminho escolher.
Abraço a vida
Como anseio o Amor
Que traiçoeiramente
Me traz encarcerada.
Desprezo o Destino
Que sem dó nem piedade
Me priva do que ambiciono
E não posso alcançar.
Tento o Tempo…
Que pare por instantes!
Para tudo voltar
Ao que fora antigamente
Permaneço quieta!
Oiço os sons e os ecos
A cidade em reboliço
Com a noite por companheira
E a Lua como velha cúmplice
De um sonho antigo
Suspenso nas estrelas
E iluminado pelo Sol.
Guardo o segredo comigo
Esse que mais ninguém
Poderá desvendar.
Um tesouro que é meu
Que me pertencerá
Na infinidade da morte
Através da presença da alma
Nos corações ardentes.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Sou
Estou triste por fora
Mas não representa um terço
De como me sinto por dentro.
Sou livre, e voo,
Mas ausente, e estagno.
Quero o inalcançável!
Atinjo o fundo.
Obra inacabada,
Pedaço de folha
Rasgada de livro
Pretendido por todos
Esquecido por ti.
Sou ar em movimento
Espiral como o tempo
Esguio como água
Em leito de rio bravo
Que floresce por ti.
Sou tudo
Num nada
De um todo
Que és tu!
Mas não representa um terço
De como me sinto por dentro.
Sou livre, e voo,
Mas ausente, e estagno.
Quero o inalcançável!
Atinjo o fundo.
Obra inacabada,
Pedaço de folha
Rasgada de livro
Pretendido por todos
Esquecido por ti.
Sou ar em movimento
Espiral como o tempo
Esguio como água
Em leito de rio bravo
Que floresce por ti.
Sou tudo
Num nada
De um todo
Que és tu!
Subscrever:
Comentários (Atom)
